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Fotografias: Hercilia Lustosa
A Conferência

2013

Direção Luis Alonso

Com. Rafael Magalhães, Andrea Mota, Kadu Fragoso, Josiane Acosta, Margarida Laporte, Mario cesar e Saulus Castro.
O espetáculo transita pela performance art e happening com a proposta de intervenção em sala teatral ou espaço alternativo. A Conferência discute relações sociais, incluindo as relações de poder, migração e política com uma pitada de bom humor e paródia dos momentos atuais do Brasil e do mundo. Mostra também o caos urbano e o viver fragmentado que habitamos através do bombardeio de informações, a poluição visual e sonora, o consumo exacerbado e o discorrer nonsense que nos movimenta. A perda de valores não somente monetários, mas também de conceitos e posturas daqueles que administram as nossas cidades.

Exprime conceito e estética da obra prima As Cidades Invisíveis e toma dela a sua fragmentação, a conexão das cidades que, mesmo diferentes, dialogam entre si e os espaços invisíveis que quase nunca conseguimos enxergar, espaços que moram ao nosso redor.

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Cartografia do Abismo

Diálogos com Artaud

​​2013

Direção. Luis Alonso

Montagem em parceria com Terceira Margem

Solo de Caio Rodrigo

Cartografia do Abismo. intervém em espaços desconstruídos, em construção ou abandonados, zelando pelo diálogo entre o asséptico do que é vivenciado e a poeira, o sujo, o opressor do que está em volta, diálogo este que gera um discurso parabólico com a sociedade atual na procura de uma limpeza radical das estruturas existentes no meio da desordem que atinge o ser humano, célula primária de qualquer estrutura social.

Inspirado no universo artaudiano, a performance faz uma viagem pelo pensamento fragmentado e visceral do escritor., traçando um paralelo entre a personalidade como ente ético e social do ator contemporaneo e o pensamento filósofo-teatral da “personagem” francesa.

infos técnicas
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Outra Tempestade

​​2011-2012

Montagem TCA Núcleo

Direção Luis Alonso

A Outra Tempestade é uma performance que cria uma intercepção entre diversas obras de Shakespeare. Tomando como base A Tempestade do autor inglês faz coincidir na trama originais como Hamlet e Ofelia, Macbeth e Lady Macbeth, Própero, Miranda, Ariel e  Calibán, Otelo e Desdémona, Shylock.Fruto de uma tempestade no momento em que estas personagens estão indo para o Novo Mundo vindos do Velho Mundo, eles naufragam

nagens da ilha.

Um enredo cativante e espetacular.

e sem saber se estão mortos ou dormidos começam a ter alusinações entre as fábulas deles e as perso

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Os Sonhos de Segismundo

2010

Montage Myriam Muniz

Direção Luis Alonso

Com; Rafael Magalhães, Andrea Mota, Mario cesar, virgilio Souza, Diana Ramos, Carla Teixeira e Tiago Chaves.

Centrado numa dramaturgia de intertextualidade, é um espetáculo baseado no original do dramaturgo clássico espanhol Calderon de la Barca “La Vida es Sueño”. Na pesquisa se faz uso de textos de Literatura de Cordel, Cem Anos de Solidão de Gabriel Garcia Marquez, Textos Escolhidos de Eduardo Galeano e no universo literário de Jorge Amado. /O espetáculo: Sete trovadores encontram-se na sua cidade natal "Macondo" depois de ter emigrado anos atrás na procura de uma vida melhor em outros cantos da terra. Percebem que à sua volta regressam com as mãos vazias, igual a como tinham saído da sua terra . Mas nas suas algibeiras, ao invés de dinheiro, trazem Sonhos que ainda guardam na espera de um milagre. Ao chegar em Macondo percebem que na cidade há muita seca e solidão, cidade estática parada no tempo. Precisam saber o que aconteceu. Um ser estranho conta a História no tempo da ausência deles. Há um príncipe preso desde criança, pois o pai acreditou em falsas predições. Só há uma maneira de mudar a realidade e é fazendo a Revolução. Então, o Sonho de mudar Macondo está nas suas mãos. Eles percebem que o mais importante é jamais perder os Sonhos.

Branca

2008

Versão de "O Santo Inquérito" de Dias Gones.

Direção. Luis Alonso

Com. Viviane Soutomaior, ANdrea Mota, Rafael Magalhães, Virgilio SOuza e Mario Cesar.

Branca Dias, filha do nordeste brasileiro, paraibana de nascimento, descendente de cristãos novos, é a inspiração deste espetáculo, versão do clássico “O Santo Inquérito”, de Dias Gomes. Este texto da literatura dramática é um reflexo da perseguição que sofreram os judeus desde o surgimento da humanidade até os dias atuais.

Estruturado em quadros, “Branca” viaja, desde as ingénuas lembranças da personagem central, até os dias finais da sua vida sendo incompreendida e injustamente culpada de crimes que não cometeu. A Mãe é um vivo reflexo da contradição que envolve um ser humano oprimido sem vias de escape. O Noivo é bandeira que salva a dignidade: “Há um mínimo de dignidade que um homem não pode negociar, nem mesmo em troca da liberdade, nem mesmo em troca do sol”. E o Padre e o Visitador do Santo Oficio brilham como excelsas figuras, símbolos do Poder que manipulam para lograr seus objetivos.

“Branca” converte-se no século XXI num discurso progressista contra a opressão que muitos países do ocidente exercem sobre o oriente em chamas. Uma bandeira contra a não aceitação às diferenças, um hino contra as ditaduras ainda existentes, um canto às liberdades individuais; um pranto pela perda do sonho de um mundo melhor que não está na opressão e nem nos extremos, um grito à utopia, uma Pietá pelo Amor.