ESPETÁCULO. TEATRO LA INDEPENDENCIA.

Onde. Teatro Gregório de Matos.

Quando. De 15 a 30 de setembro

Quinta a Domingo / 19:00 horas

Quanto. R$ 20. Inteira. (No Sympla ou na bilheteria do teatro)

VENDAS DE INGRESSOS

“Existe o teatro latino-americano?  Não estamos duvidando de que na América Latina se faça teatro. O que estamos questionando é se este continente pobre e subdesenvolvido é capaz de produzir teatro. Já que se confundem países pobres com culturas pobres. Não há culturas pobres. Nossos países sofrem de pobreza, não de culturas pobres. A nossa, além de ser rica, é -felizmente- canibal. Nossa cultura tem absorvido tudo, e o que não tem absorvido obrigaram-na a engolir. Devolvendo o transformado numa “outra coisa”. Parte dessa outra coisa é o ‘Teatro em América Latina’”

OSVALDO DRAGÚN

 

 

ESPETÁCULO. TEATRO LA INDEPENDENCIA.

Um espetáculo do projeto “Interface” de manutenção de grupo do Oco Teatro Laboratório.

SINOPSE. O Teatro La Independencia está sendo vendido para um empreendimento e o grupo que reside nele terá de concordar em abandonar o espaço ou permitir que sejam relocados num outro. No meio disso, os atores estão ensaiando o novo espetáculo que fala sobre América Latina. Com texto de Paulo Atto, direção de Luis Alonso e no elenco contando com Evelin Buchegger, Rafael Magalhães, Uerla Cardoso, Caio Rodrigo, Evana Jeyssan e Daniel Farias e a direção musical de Luciano Bahia,  o espetáculo transita entre a realidade que se impõe e as nossas utopias, sonhos, desejos, onde essa utopia é transportada para essa América Latina que também é utópica. O que é ser latino-americano? Vendemos ou não vendemos La Independência? Eis a questão!

Teatro La Independencia é um espetáculo para atravessar diversas sensações, uma sutura em uma ferida que se abre constantemente, transita pela dor de existir em um tempo de ruinas e pela  felicidade de -ainda neste tempo- persistir com nossos sonhos.

ESTRUTURA DO “TEATRO LA INDEPENDENCIA”

I.VOZES PARA UMA AUSÊNCIA

II.O EMPREENDIMENTO

III.O ETERNO TUPAC AMARU

IV.TEATRO TEATRA?

V.LEITURA DRAMÁTICA DA REVOLUÇÃO

VI.UM ARTISTA-POLÍTICO

VII.VENDEMOS OU NÃO VENDEMOS LA INDEPENDENCIA?

VIII.EL GRAN CABARÉ LATINO

IX.GRANDE FINAL.

 

FICHA TÉCNICA

TEATRO LA INDEPENDENCIA.

Oco Teatro Laboratório

 

Texto. Paulo Atto.

Com:Evelin Buchegger, Rafael Magalhães,

Uerla Cardoso, Caio Rodrigo,

Evana Jeyssan e Daniel Farias.

Direção Musical. Luciano Bahia.

Figurinos e Adereços. Agamenon Abreu.

Elaboração de cenários. Adriano Passos, André Passos,

Bruno Matos, Cassio Vieira (Tomate), George Santana (Sabará)

Cenotecnica: Agnaldo Queiroz

Costureiras.

Iluminação. Rita Lago.

Assessoria de Imprensa. Dóris Veiga Pinheiro.

Assistente de Produção. Nei Lima

Produção. Rafael Magalhães.

Concepção e Direção. Luis Alonso.

 

Agradecimentos.

Renata Rosa (cantora que com amor compartilhou suas experiências de raiz),

Francisco Alonso (uma luz mexicana que abriu nossos processos),

Francis Rocha (pela sua capacidade de compreensão do processo artístico),

Claudia Di Moura (por dar sua luz na construção do elenco),

Érico José (pelas primeiras portas abertas quando não tínhamos espaço para ensaios)

e àqueles que com carinho abraçam nossas ideias em momentos difíceis: Manuela Senna, Chico Assis, Eduarda Uzeda, Fernando Marinho, Rose Lima, Paulo Silvério, Tiago Chaves Martinez, Danili Magalhães, Ricardo Pereira, Emerson AC, Zenite Buchegger, Marcela Brito, Edson Dantas, Moises Nascimento Leite, Raquel Bossi, Regina Da Motta Bossi, Anderson Souza (Toti) e Francisco Silva.

 

 

 

 

 

 

Assessoria de Imprensa. Doris Veiga Pinheiro.T.(71) 9 8896-5016

"O caos da linguagem representa o caos repentino da existência humana, a existência deles num mesmo espaço-tempo.   A desordem como sinal prévio da demolição, do colapso ao vazio. Neste ponto, restauramos esse vazio. O vazio como um valor e não como uma perda. O vazio, na arte de hoje, corresponde ao espaço da criação, a desautomatização da linguagem e o surgimento da nova obra".. 

 

Luis Alonso-Aude

a audeproduções